| Secção O CICV no Líbano ©CICV
Uma mulher palestina dita uma mensagem Cruz Vermelha para que seja enviada à sua filha no Iêmen.
Durante seus mais de 40 anos de trabalho ininterrupto no Líbano, o CICV tem tentado assistir e proteger os civis afetados por conflitos armados. Atualmente, a organização se concentra em visitar os detidos, avaliar o tratamento que recebem, as condições de detenção e o respeito a suas garantias judiciais fundamentais. Dentre outras prioridades da delegação, estão a assistência médica e o apoio às estruturas locais com o objetivo de ajudar a melhorar a qualidade da assistência aos refugiados palestinos e facilitar seu acesso a essa assistência. A organização o faz por meio de apoio material aos hospitais nos campos de refugiados e treinamento das equipes. Além disso, assiste à população civil reabilitando a infraestrutura de água em áreas afetadas por anos de guerras e violência interna. O CICV continua ajudando as pessoas separadas de suas famílias a restabelecerem e manterem contato entre elas. Quando necessário, a organização age como intermediário neutro para facilitar a repatriação de cidadãos e restos mortais entre o Líbano e Israel. A parceria entre a Cruz Vermelha Libanesa e o Crescente Vermelho Palestino (filial Líbano) continua sendo um dos objetivos essenciais da delegação, de modo a fortalecer a capacidade de responder a emergências no caso de novas situações de violência armada. O CICV mantém diálogo com autoridades militares e governamentais libanesas, assim como com todos os atores políticos e grupos armados, para promover o conhecimento e a conscientização quanto ao Direito Internacional Humanitário (DIH) e o mandato do CICV. Presente no Líbano desde 1967, o CICV atualmente tem 56 funcionários, incluindo 16 internacionais. 12-8-2010 Líbano: munições cluster ameaçam vidas de civis anos após fim do conflitoO Líbano é um dos 107 Estados que assinou a Convenção de Munições Cluster, que entrou em vigor hoje. Quatro anos depois de um conflito que durou cinco semanas entre Israel e o Hezbollah no Líbano, as munições cluster não detonadas continuam matando e mutilando os civis. Israel usou munições cluster que continham até 4 milhões de sub-bombas individuais, das quais centenas de milhares não explodiram no momento do impacto. Esses artefatos contaminaram uma área de 43 quilômetros quadrados que abrange as aldeias ao sul do território libanês. (No mundo\Próximo Oriente e África do Norte\Líbano) Reportagem Inclui Fotografia 10-6-2010 Atividades do CICV no Líbano de janeiro de 2009 a abril de 2010O CICV continua se concentrando nas visitas aos detidos para avaliar o tratamento que recebem e suas condições de vida, na melhora da assistência médica aos refugiados palestinos, na assessoria às autoridades para a reabilitação da infraestrutura hídrica e na manutenção de uma capacidade operacional para responder emergências junto com a Cruz Vermelha Libanesa e o Crescente Vermelho Palestino – filial libanesa. (No mundo\Próximo Oriente e África do Norte\Líbano) Relatório de operações Inclui Fotografia 9-2-2010 Pesquisa do CICV sobre o impacto dos conflitos armados sobre a população civil: perspectivas do LíbanoPara chamar a atenção sobre o impacto dos conflitos armados e outras situações de violência sobre civis, em 2009, o CICV realizou uma ampla pesquisa em oito dos países mais afetados no mundo. Este estudo apresenta os resultados consolidados da pesquisa realizada no Líbano. (No mundo\Próximo Oriente e África do Norte\Líbano) Relatório Inclui PDF 17-7-2009 Morte nos campos. Um relatório do Líbano em forma de história em quadrinhos, de Chappatte. ![]() Quase três anos depois do conflito do verão de 2006, a população do sul do Líbano ainda vive sob a ameaça de bombas-relógio, na forma de bombas de fragmentação. Chappatte trabalhou para muitas publicações, incluindo o International Herald Tribune e o jornal suíço Le Temps. Foi para o Líbano como parte da campanha "Nosso mundo. Sua ação." (em inglês) (Recursos de informação\Fotografias) Colecção vídeo Inclui Fotografia Colecção vídeo Inclui Vídeo Colecção vídeo Inclui Vídeo 5-2-2010 Líbano: uma mãe espera notícias do Iêmen![]() No fim de julho, uma mensagem Cruz Vermelha finalmente pôs Hajje Mariam em contato de volta com sua filha, de quem não tinha notícias desde 1982. Semanas depois, o contato foi interrompido – um duro golpe para essa refugiada palestina. Khadija deixou o Líbano há 28 anos, em 1982, no auge da guerra com Israel. Agora outra guerra, desta vez no norte do Iêmen, arruinou as esperanças de Hajje Mariam de vê-la de novo. (No mundo\Próximo Oriente e África do Norte\Líbano) Reportagem Inclui Fotografia |
|